Não parar. Não parar um segundo. Não parar. É proibido parar.
Páro. Penso. Penso. Penso.
Penso em ti... e em ti... e em ti.
Tudo muda. Todas as portas e todas as janelas, a abrir e a fechar como se fosse fácil restituir ao plano original a sua simplicidade. Parecemos ratinhos de laboratório. Às vezes apetece-me gritar que tudo pare. PÁREM! Que o tempo pare. PÁRA! Que a vida espere por mim, só um bocadinho, que eu não estou a conseguir acompanhar.
Nada adianta.
Tu és o meu passado, tu és o meu presente e tu és o meu futuro. Os três ‘tis’ da minha vida. Uma verdade seguramente fictícia que tanto gosto de inventar pelo simples prazer de me perder, de voltar às voltas que dei e que conheço de cor na rota dos feericamente predestinados.
Bonito serviço. Não achas que já chega?
Não. Nada chega. Nada nesta conjuntura parece chegar. Nunca.
Tu que volta e meia não me sais da cabeça, tu que conheço como a palma da minha mão, que me puxa para chorar no ombro, mesmo que eu insista que não o vou fazer. Tu que olhas para mim e me lês talvez como nem eu a mim própria.... volta e meia... eis-te! Xô, que não te quero mais. Xô, que já não podes manipular-me com esse saber de cor que me tens... Xô!
Tu, que fazes dos meus dias os teus dias... e que me sonhas como sempre sonhaste, que me reescreves para me perdoar, deixa-te estar nesse regaço. Tu que perdes os medos nas minhas seguranças e me amas sempre dentro das regas, aguenta. Ainda tenho muitas promessas para te fazer.... e muitas mais para te cumprir. Sonhei-te assim, como és... e és assim. Sem saber que ter o que queria podia não ser o que queria ter. A minha vida mudou e tu apareceste para a salvar.
Tu, que apareces e desapareces. Que queres e não queres. Que sabes e provocas. Que me puxas e empurras. Que idiota sou por acreditar em ti, na tua insistência e persistência... mas não consigo evitar. Vejo-nos em sucessos atrás de sucessos, brilhos cintilantes e inebriantes, pulsares de risos e bolhas de champanhe. Noite após noite... e muito mais. Foste tu que o disseste primeiro, já há meses... mas, admito, já mudaste a minha vida.
Tu, tu e tu... que hei-de fazer?
Não pensar. Nunca pensar. Não parar. Não parar. Proibido parar.
Páro. Penso. Penso. Penso.
Penso em ti... e em ti... e em ti.
Tudo muda. Todas as portas e todas as janelas, a abrir e a fechar como se fosse fácil restituir ao plano original a sua simplicidade. Parecemos ratinhos de laboratório. Às vezes apetece-me gritar que tudo pare. PÁREM! Que o tempo pare. PÁRA! Que a vida espere por mim, só um bocadinho, que eu não estou a conseguir acompanhar.
Nada adianta.
Tu és o meu passado, tu és o meu presente e tu és o meu futuro. Os três ‘tis’ da minha vida. Uma verdade seguramente fictícia que tanto gosto de inventar pelo simples prazer de me perder, de voltar às voltas que dei e que conheço de cor na rota dos feericamente predestinados.
Bonito serviço. Não achas que já chega?
Não. Nada chega. Nada nesta conjuntura parece chegar. Nunca.
Tu que volta e meia não me sais da cabeça, tu que conheço como a palma da minha mão, que me puxa para chorar no ombro, mesmo que eu insista que não o vou fazer. Tu que olhas para mim e me lês talvez como nem eu a mim própria.... volta e meia... eis-te! Xô, que não te quero mais. Xô, que já não podes manipular-me com esse saber de cor que me tens... Xô!
Tu, que fazes dos meus dias os teus dias... e que me sonhas como sempre sonhaste, que me reescreves para me perdoar, deixa-te estar nesse regaço. Tu que perdes os medos nas minhas seguranças e me amas sempre dentro das regas, aguenta. Ainda tenho muitas promessas para te fazer.... e muitas mais para te cumprir. Sonhei-te assim, como és... e és assim. Sem saber que ter o que queria podia não ser o que queria ter. A minha vida mudou e tu apareceste para a salvar.
Tu, que apareces e desapareces. Que queres e não queres. Que sabes e provocas. Que me puxas e empurras. Que idiota sou por acreditar em ti, na tua insistência e persistência... mas não consigo evitar. Vejo-nos em sucessos atrás de sucessos, brilhos cintilantes e inebriantes, pulsares de risos e bolhas de champanhe. Noite após noite... e muito mais. Foste tu que o disseste primeiro, já há meses... mas, admito, já mudaste a minha vida.
Tu, tu e tu... que hei-de fazer?
Não pensar. Nunca pensar. Não parar. Não parar. Proibido parar.
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